A Casa Peixoto, empresa nacional de referência no comércio de materiais de construção, renovação, decoração, bricolage e jardim, concluiu a renovação da sua Loja PRO de Aveiro, a primeira unidade deste conceito inaugurada pela rede a nível nacional.
A intervenção permitiu reorganizar o espaço de venda, melhorar a circulação e reforçar a capacidade de exposição, incluindo uma nova área de aproximadamente 330 m² dedicada a sanitários, pavimentos e revestimentos.
Com mais stock disponível e uma oferta alargada, a loja pretende proporcionar uma experiência de compra mais funcional e responder de forma mais eficaz às necessidades dos profissionais e dos consumidores particulares da região.
Inaugurada há cerca de cinco anos, a Loja PRO de Aveiro marcou o início deste conceito na Casa Peixoto.
A experiência adquirida ao longo da operação permitiu identificar oportunidades de melhoria, posteriormente aplicadas e testadas na Loja PRO de Palmela.
A renovação agora concluída em Aveiro integra essa aprendizagem e apresenta uma versão atualizada do conceito, alinhada com as necessidades atuais dos clientes.
Com 1.700 m² de área de exposição coberta e um parque exterior com cerca de 3.600 m², a loja foi reorganizada para tornar a circulação mais intuitiva, facilitar a identificação das diferentes famílias de produtos e aumentar a capacidade de exposição. A intervenção incluiu ainda o reforço da imagem corporativa da marca no ponto de venda.
“Aveiro foi onde o conceito Loja PRO nasceu e é com especial orgulho que apresentamos uma loja renovada. Tudo o que aprendemos nestes cinco anos, com os nossos clientes e as nossas equipas, está agora refletido neste espaço: mais stock, mais gamas e uma organização pensada para quem precisa de encontrar o que procura de forma rápida. Queremos ser o parceiro de confiança dos profissionais da região e, ao mesmo tempo, uma loja onde os particulares encontram aconselhamento e soluções para a sua casa”, afirma Luciano Peixoto, diretor-geral da Casa Peixoto.
O espaço integra um showroom com ambientes de casa de banho que permitem visualizar as soluções e apoiar a escolha dos produtos. As coleções de pavimentos e revestimentos foram igualmente atualizadas, incluindo novidades alinhadas com as tendências do mercado.
Na área da construção, a loja reforçou o stock de produtos essenciais para obra, renovação e manutenção, abrangendo soluções para fachadas, coberturas, isolamento, argamassas e sistemas técnicos. A oferta inclui também marcas de referência nacionais e internacionais, com o objetivo de facilitar o acesso aos materiais necessários e dar uma resposta mais rápida às exigências dos trabalhos de instalação, manutenção e reparação.
A renovação trouxe ainda uma área dedicada aos equipamentos de climatização, que inclui bombas de calor, ar condicionado, salamandras, recuperadores de calor e emissores térmicos.
A exposição está organizada por tipologia de produto, facilitando a comparação entre soluções e destacando aspetos como a eficiência energética, o preço e o desempenho ambiental.
Complementarmente, foi criada uma gama dedicada à ventilação e exaustão, sob o conceito “A sua casa necessita de respirar”. Esta área reúne soluções de extração e renovação do ar, bem como equipamentos de apoio a espaços técnicos, reforçando a oferta da loja para diferentes necessidades de habitação e instalação.
Com esta renovação, a Casa Peixoto reforça a aposta no conceito Loja PRO, procurando disponibilizar em Aveiro uma oferta mais abrangente, maior disponibilidade de produtos e um espaço de compra mais organizado e funcional, que responda às necessidades dos profissionais da construção e dos consumidores particulares.
A loja PRO Casa Peixoto Aveiro está localizada na Av. Europa, em Cacia e funciona de segunda a sexta-feira entre as 8h00 e as 18h30, e aos sábados, das 8h30 às 12h30.
O MUZEU – Pensamento e Arte Contemporânea, em Braga, escolheu a OLI para assegurar a eficiência hídrica e o design dos seus espaços de banho.
Instalado no antigo Tribunal Judicial de Braga, o novo equipamento cultural, projetado pelo atelier do arquiteto José Carvalho Araújo, resulta da reabilitação do edifício que preservou elementos históricos da arquitetura original, integrando-os num espaço de cinco pisos dedicado à arte contemporânea, à filosofia e ao pensamento crítico.
Para responder às exigências de desempenho e estética do projeto do projeto, foram selecionados para os espaços de banho os autoclismos interiores OLI74 Plus, que contribuem para uma utilização eficiente da água, em combinação com as placas de comando Blink, que valorizam a identidade contemporânea do edifício.
A instalação incluiu ainda tubagens Triplus da Valsir.
A participação da OLI no MUZEU reforça a presença da marca em obras de referência no setor imobiliário, hoteleiro, cultural e desportivo, ao integrar soluções capazes de responder a contextos de utilização intensiva, elevados padrões técnicos e exigências arquitetónicas rigorosas.
O MUZEU reúne obras de artistas nacionais e internacionais de referência e combina exposição, reflexão e encontro, promovendo uma programação multidisciplinar centrada na cultura, na cidadania e no debate público.
A Liga Ganhar Sorrisos já “joga” em 9 instituições do distrito de Aveiro.
Projeto que quer mudar o olhar sobre o envelhecimento prepara a edição de 2027 e abre inscrições.
No distrito de Aveiro, há quem já jogue todos os meses para ganhar mais do que um prémio: ganhar um sorriso.
A Liga Ganhar Sorrisos, projeto de envelhecimento ativo que junta jogos, competição saudável e convívio em instituições de apoio à terceira idade, está presente em nove instituições aveirenses.
Fazem parte da Liga a Associação Fermentelense de Assistência, a AMPER, o Centro Social de Oiã, a Associação Boa Hora, a Solsil Silveiro, a SóBustos, a Casa de Repouso Manuel Pais Vieira Júnior, o Centro Social da Poutena e a Ibervita.
Todos os meses chega a cada instituição um jogo diferente, integrado na rotina de animação.
As pontuações são registadas semanalmente numa plataforma criada para a Liga e, no final do mês, é conhecido o “Mestre”: o residente com melhor desempenho, que recebe um prémio simbólico e é entrevistado sobre as suas memórias e histórias de vida.
Mais do que um campeonato, a Liga é uma ponte entre as instituições e a comunidade, onde o objetivo é mudar a perceção que a sociedade tem do envelhecimento e das instituições que acompanham as pessoas mais velhas, dando-lhes visibilidade, voz e orgulho no que fazem.
Com a Liga 2026 em andamento, a equipa já trabalha na edição de 2027 e está a receber inscrições de novas instituições.
Lares, centros de dia e outras respostas sociais interessadas podem contactar a Liga através do e-mail ganharsorrisos@hotmail.com ou do telefone 912 077 328.
A Conferência de Imprensa realizada hoje, dia 14 de outubro, pelas 12h00, no Largo Dr. Jaime Magalhães Lima, Aveiro, inseriu-se nas preparações do XII Congresso do MDM - Movimento Democrático de Mulheres.
Este Congresso assume como lema “Somos mulheres em luta! Nem um direito a menos. Todos os direitos para todas” e realiza-se num tempo exigente "onde se agravam-se desigualdades, exploração e ataques a direitos, atingindo sobretudo mulheres e crianças".
"O trabalho feminino continua desvalorizado — desigualdade salarial, precariedade, horários desregulados, discriminação pela maternidade —, e para muitas trabalhar já não garante autonomia nem dignidade. A sobrecarga doméstica limita a participação; violências e discursos retrógrados agravam-se. Mas nenhuma injustiça é inevitável quando as mulheres se organizam e lutam".
Manuel Silva, da Direção Nacional do MDM, salientou estes aspectos, bem como a urgência da mobilização e luta das mulheres em defesa dos seus direitos.
O XII Congresso do MDM terá lugar no Fórum Lisboa, no dia 24 de outubro, a partir das 10h00.
O Núcleo distrital de Aveiro do MDM disponibiliza transporte às(aos) participantes que se queiram inscrever no Congresso.
Quarenta anos de rádio explicados na primeira pessoa por um investigador universitário cuja ligação à rádio começou nos anos 80 na Terra Nova.
Luís Miguel Loureiro, investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade e professor na Universidade do Minho, antigo profissional de rádio e televisão, recorda os anos 80 como a concretização dos sonhos da liberdade de Abril de 1974.
Os primeiros passos na comunicação, numa rádio local que nasceu em 1986, na Gafanha da Nazaré, freguesia do concelho de Ílhavo, abriram caminho a um percurso de 40 anos na comunicação.
Quarenta anos volvidos, admite que esse foi um tempo vibrante marcado pelo arranque de vários projetos de comunicação que fizeram da rádio o espaço experimental em que autodidatas construíam diariamente o sonho (com áudio)
Em entrevista ao programa “Conversas”, o docente universitário fala sobre os desafios do jornalismo.
Experiências em diferentes meios como a Rádio Terra Nova, Rádio Nova, Rádio Comercial e RTP foram escola e vida profissional.
Da integração em equipas de investigação, com destaque para o programa “Sexta às 9”, até à mudança para a área do ensino, depois de um doutoramento em ciências da comunicação, o percurso percorre 40 anos de histórias.
Poucos dias depois da distinção de um artigo sobre a “escuta como ética”, reconhecido como o melhor do ano 2025 pela Associação Internacional da Escuta (International Listening Association), artigo publicado na principal revista científica mundial de estudos sobre Escuta (International Journal of Listening), o jornalista faz a defesa de um mecanismo essencial à compreensão dos tempos modernos.
A partir de experiências sensoriais, considera que o silêncio é fundamental para conseguir “escutar” e entender conteúdos processados na era da hipercomunicação (com áudio)
Com tanto ruído no ar, vidas aceleradas e máquinas que dominam conteúdos, Luís Miguel Loureiro fala da escuta como imperativo ético.
Inspirado na obra de José Saramago, “Ensaio sobre a Cegueira”, admite que a luz (ruído) é, hoje, fator de “cegueira” (com áudio)
O que se pode escutar e ver para lá do ruído diário como desafio para as sociedades modernas.
Luís Miguel Loureiro não tem dúvidas que esse é também fator que pode ajudar a fazer a diferença na capacidade de ouvir o outro e reduzir tensões e radicalismos.
Fugir ao ruído, ser capaz de silenciar a voz interior e partir do silêncio para uma comunicação mais eficaz são os desafios dissecados em estudo publicado por revista de referência.
O programa "Conversas" tem emissão esta quarta às 19h e reposição no domingo às 13h.
Adriana Rodrigues defende preparação de Portugal para o novo ciclo de fundos europeus.
A deputada do PSD eleita por Aveiro defendeu, esta terça-feira, na Comissão de Assuntos Europeus a preservação de áreas como a Coesão e a Agricultura e a preparação dos territórios portugueses para as mudanças no financiamento europeu após o fim do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência).
Numa audição de João Leão, membro português do Tribunal de Contas Europeu, a deputada salientou que o reforço da competitividade, da defesa e da segurança deve ser acompanhado por condições que assegurem a convergência entre países e regiões.
“A ambição europeia exige recursos adequados e responsabilidade na sua utilização. Cada euro deve cumprir as regras e produzir resultados” afirmou Adriana Rodrigues na Comissão, levando João Leão a apresentar três fases na evolução dos fundos europeus em Portugal.
Define 2026 como pico de execução, conjugando a fase final do PRR com o arranque do quadro de 2021–2027, ainda com algum atraso; 2027–2030 com execução elevada, mas em queda, devido ao fim do efeito extraordinário do PRR; e a partir de 2030 uma mudança estrutural, associada ao próximo quadro europeu.
Neste último período, a proposta para 2028–2034 aponta para uma redução dos envelopes nacionais destinados à Coesão e uma maior concentração de recursos na competitividade.
Trata-se de uma proposta em negociação, cuja configuração final será determinante para Portugal.
João Leão alertou, na ocasião, que os países, regiões e empresas com maior capacidade tecnológica poderão estar mais bem posicionados para captar financiamento competitivo.
Defendeu, por isso, a preparação antecipada de universidades, empresas e instituições, através de estratégias e parcerias.
A deputada eleita pelo círculo de Aveiro questionou também as garantias de transparência e avaliação dos investimentos nos futuros instrumentos europeus, sublinhando que “cumprir uma etapa administrativa não demonstra, por si só, o impacto de um investimento”.
Para a parlamentar social democrata, Portugal deve preparar desde já esta transição, reforçando a capacidade de candidatura e de cooperação dos seus agentes económicos e instituições, para que as novas oportunidades de financiamento contribuam para o desenvolvimento de todos os territórios.
Figuras da política nacional refletem sobre os desafios futuros do país e da Europa.
A conferência “UA 2030: Pensar o Futuro” aborda temas como a nova ordem global, o futuro da Europa, o papel das universidades, a inovação e valorização do conhecimento e os impactos da Inteligência Artificial no trabalho, nas profissões e na Administração Pública.
O programa conta com intervenções de Carlos Coelho, Mário Centeno, Virgílio Bento, Carlos Abreu Amorim, Maria Manuel Leitão Marques e Cláudia Sarrico.
Na abertura, o Reitor da UA, Artur Silva, falou de um exercício importante para ajudar a refletir a partir de visões exteriores à Universidade (com áudio)
Conferência está integrada no processo de construção do Plano Estratégico da Universidade de Aveiro para 2027-2030.
Iniciativa reúne ao longo de um dia diferentes perspetivas sobre algumas das grandes transformações que marcarão o país, a Europa e o mundo nos próximos anos.
Carlos Coelho, eurodeputado português, destaca o papel das academias no futuro das relações de poder entre os diferentes blocos nas diferentes áreas de conhecimento, em particular na Inteligência Artificial (com áudio)
Mário Centeno defendeu a abertura das universidades à envolvente ao contacto com os poderes sem receio de perda de independência.
O antigo Ministro admite que o Mundo conta com universidades que sendo excelentes não apresentam utilidade comprovada.
Fez a defesa da “utilidade” associada aos desafios colocados pela envolvente (com áudio)
Maria Manuel Leitão Marques, Gonçalo Saraiva Matias e Cláudia Sarrico são os oradores da tarde.
O Município de Ílhavo adianta estar em conclusão a empreitada de estabilização do “talude da Ermida”.
Explica que as intempéries registas nos primeiros meses deste ano, conjugadas com a localização de uma mina de água, tubagens de águas sem proveniência conhecida e a diminuta qualidade do material utilizado em anterior processo de aterro do local, são fatores que estiveram na origem da destabilização do talude da Travessa das Almas, na Ermida, freguesia de São Salvador.
A necessidade urgente de garantir a estabilização geotécnica e a reposição das condições de segurança do talude estão na base da empreitada em curso para garantir a referida estabilização, num investimento de cerca de 150 mil euros.
A empreitada prevê, num prazo de 60 dias, a execução de trabalhos de remoção de pavimento betuminoso, abertura de valas, escavação da zona do talude, aplicação de geotêxtil, colocação de pedra de enrocamento e renovação ou nova instalação de redes de drenagem de águas residuais e pluviais.
Os trabalhos que permitirão garantir a estabilidade do talude, a reabertura das vias de circulação e a reposição das condições de segurança para pessoas e bens, deverão estar concluídos antes do prazo limite previsto (final do mês de novembro).
O Presidente da Assembleia da República visitou, esta terça-feira, 13 de outubro, o Museu do Desporto Universitário Português, em Aveiro, numa iniciativa promovida pela FADU Portugal.
No dia de lançamento da Taça UA, a visita fica marcada pela valorização do desporto universitário, pela reflexão em torno dos desafios da carreira dual e pela entrega de um documento com cinco propostas de alteração ao Estatuto do Estudante-Atleta do Ensino Superior.
O Presidente da AR reconhece a importância de “reforçar as condições” para que os estudantes possam conciliar o percurso académico com a prática desportiva.
Aguiar-Branco considera que o Estatuto deve evoluir no sentido de garantir maior “uniformidade de tratamento”.
“Parece-me que essa valorização do Estatuto do Estudante-Atleta também deve encontrar mais espaço para a sua afirmação de uma forma mais uniforme e que retire aquilo que é o casuísmo”.
FADU entrega cinco propostas para uma aplicação mais justa do Estatuto.
Documento surge sustentado num inquérito.
Define critérios comuns de elegibilidade e inclusão dos atletas federados, reforço e efetividade dos direitos mínimos ao nível da remarcação de avaliações quando exista incompatibilidade comprovada com competições oficiais ou deslocações indispensáveis, garantias procedimentais comuns com prazos máximos de decisão, comprovativos uniformizados, procedimentos urgentes antes das competições e decisões de recusa devidamente fundamentadas, com possibilidade de reclamação célere, salvaguarda em caso de lesão ou doença que prevê que uma lesão ou doença devidamente comprovada não determine a perda automática dos direitos já adquiridos durante o ano letivo e a monitorização da aplicação do Estatuto com recolha anual de indicadores comuns sobre pedidos, atribuições, recusas, utilização dos direitos e prazos de decisão.
O presidente da FADU pede equidade.
“Os estudantes-atletas portugueses não pedem facilidades pedagógicas nem aprovações por favor. O que nos pedem (...) é justiça de tratamento, equidade territorial e a certeza de que o calendário académico dialoga com o calendário desportivo de forma leal e transparente”, afirmou Diogo Salgado Braz.
A GNR deteve um homem, de 47 anos, por cultivo de plantas de cannabis e posse ilegal de armas.
Ação do Núcleo de Investigação Criminal de Oliveira de Azeméis, esta terça, no âmbito de uma investigação relacionada com um crime de tráfico de produtos estupefacientes registado no interior de recinto escolar na cidade de Oliveira de Azeméis.
Os militares da Guarda deram cumprimento a um mandado de busca domiciliária e um mandado busca não domiciliário, que culminaram na detenção do suspeito em flagrante delito.
No decorrer da ação policial, foram apreendidos 27 pés de canábis plantados em vasos; 400 gramas de canábis correspondendo a 153 doses; uma carabina; uma arma de ar comprimido; uma réplica de arma de fogo; cinco munições de calibre 32; 1120 euros em numerário e diversos utensílios de acondicionamento e material de apoio ao cultivo/armazenamento.
A Operação contou com o reforço do Núcleo de Proteção e Ambiente do Destacamento Territorial de Oliveira de Azeméis .